| Boletim Semanal de Informações ao MAP Publicado em Diário da República Semana 35 (parte referente a Setembro) ― Despacho n.º 13883/2010. D.R. n.º 170, Série II de 2010-09-01,doMinistério da Educação - Gabinete do Secretáriode Estado da Educação Subdelega competências no director regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo, o licenciado José Joaquim Machado Courinha Leitão. http://dre.pt/pdf2sdip/2010/09/170000000/4569645696.pdf ― Lei n.º 34/2010. D.R. n.º 171, Série I de 2010-09-02, da Assembleia da República Altera o regime de vinculação, de carreiras e de remunerações dos trabalhadores que exercem funções públicas, no capítulo referente às garantias de imparcialidade (terceira alteração à Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro). http://dre.pt/pdf1sdip/2010/09/17100/0385603857.pdf ― Lei n.º 39/2010. D.R. n.º 171, Série I de 2010-09-02, da Assembleia da República Segunda alteração ao Estatuto do Aluno dos Ensinos Básico e Secundário, aprovado pela Lei n.º 30/2002, de 20 de Dezembro, e alterado pela Lei n.º 3/2008, de 18 de Janeiro. http://dre.pt/pdf1sdip/2010/09/17100/0386003879.pdf ― Despacho n.º 13911/2010. D.R. n.º 171, Série II de 2010-09-02, daPresidência do Conselho de Ministros e Ministérios dos Negócios Estrangeiros e da Educação Nomeia o licenciado João de Carvalho Roseiro para exercer, em comissão de serviço, o cargo de director da Escola Portuguesa de Díli - Centro de Ensino e Língua Portuguesa. http://dre.pt/pdf2sdip/2010/09/171000000/4581945819.pdf ― Despacho n.º 13916/2010. D.R. n.º 171, Série II de 2010-09-02, dosMinistérios dos Negócios Estrangeiros e da Educação Nomeia a licenciada Conceição Maria Brito Godinho para exercer, em comissão de serviço, o cargo de subdirectora da Escola Portuguesa de Díli - Centro de Ensino e Língua Portuguesa. http://dre.pt/pdf2sdip/2010/09/171000000/4582145822.pdf ― Despacho n.º 13930/2010. D.R. n.º 171, Série II de 2010-09-02, doMinistério da Educação - Gabinete do Secretário de Estado da Educação Subdelega competências no director regional de Educação do Norte, licenciado António Oliveira Leite. http://dre.pt/pdf2sdip/2010/09/171000000/4585345853.pdf Semana 36 ― Portaria n.º 851/2010. D.R. n.º 173, Série I de 2010-09-06, dosMinistérios do Trabalho e da Solidariedade Social e da Educação Regula o sistema de certificação de entidades formadoras previsto no n.º 2 do artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 396/2007, de 31 de Dezembro. http://dre.pt/pdf1sdip/2010/09/17300/0393603944.pdf ― Contrato n.º 567/2010. D.R. n.º 174, Série II de 2010-09-07, doMinistério da Educação - Direcção Regional de Educação do Centro Contrato-programa relativo ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico do Município de Murtosa http://dre.pt/pdf2sdip/2010/09/174000000/4630346304.pdf ― Contrato n.º 568/2010. D.R. n.º 174, Série II de 2010-09-07, doMinistério da Educação - Direcção Regional de Educação do Centro Adendas aos contratos-programa relativos ao financiamento do Programa de Generalização do Fornecimento de Refeições Escolares aos Alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico do distrito de Aveiro. http://dre.pt/pdf2sdip/2010/09/174000000/4630446306.pdf ― Despacho n.º 14084/2010. D.R. n.º 175, Série II de 2010-09-08, doMinistério da Educação - Gabinete do Secretário de Estado da Educação Subdelega competências no director regional de Educação do Alentejo, licenciado José Lopes Cortes Verdasca. http://dre.pt/pdf2sdip/2010/09/175000000/4643646437.pdf Semana 37 ― Declaração de rectificação n.º 1857/2010. D.R. n.º 178, Série II de 2010-09-13, dos Ministérios dos Negócios Estrangeiros e da Educação Rectifica o despacho n.º 13289/2010, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 160, de 18 de Agosto de 2010 – rede EPE. http://dre.pt/pdf2sdip/2010/09/178000000/4686746869.pdf ― Anúncio n.º 8754/2010. D.R. n.º 178, Série II de 2010-09-13, dosMinistérios do Trabalho e da Solidariedade Social e da Educação - Agência Nacional para a Qualificação, I. P. Renovação da acreditação de avaliadores externos. http://dre.pt/pdf2sdip/2010/09/178000000/4688046881.pdf ― Despacho n.º 14243/2010. D.R. n.º 178, Série II de 2010-09-13, doMinistério da Educação - Gabinete do Secretário de Estado da Educação Subdelega competências no director regional de Educação do Algarve, Luís Manuel da Silva Correia. http://dre.pt/pdf2sdip/2010/09/178000000/4689246893.pdf ― Despacho n.º 14245/2010. D.R. n.º 178, Série II de 2010-09-13, doMinistério da Educação - Gabinete do Secretário de Estado da Educação Subdelega competências no director regional de Educação do Norte, António de Oliveira Leite. http://dre.pt/pdf2sdip/2010/09/178000000/4689346894.pdf ― Despacho n.º 14246/2010. D.R. n.º 178, Série II de 2010-09-13, doMinistério da Educação - Gabinete do Secretário de Estado da Educação Subdelega competências no director regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo, José Joaquim Leitão. http://dre.pt/pdf2sdip/2010/09/178000000/4689446895.pdf ― Despacho n.º 14368-A/2010. D.R. n.º 179, Suplemento, Série II de 2010-09-14, do Ministério da Educação - Gabinete do Secretário de Estado da Educação Regula as condições de aplicação, para o ano lectivo de 2010-2011, das medidas de acção social escolar, da responsabilidade do ME e dos municípios, nas modalidades de apoio alimentar, alojamento, auxílios económicos e acesso a recursos pedagógicos. http://dre.pt/pdf2sdip/2010/09/179000001/0000200003.pdf ― Declaração de rectificação n.º 1881/2010. D.R. n.º 179, Série II de 2010-09-14, do Ministério da Educação - Gabinete da Ministra Rectifica o despacho n.º 11120-B/2010, de 6 de Julho, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 129, de 6 de Julho de 2010. http://dre.pt/pdf2sdip/2010/09/179000000/4704647046.pdf ― Despacho n.º 14420/2010. D.R. n.º 180, Série II de 2010-09-15, doMinistério da Educação - Gabinete da Ministra Aprova as fichas de avaliação global do desempenho do pessoaldocente. http://dre.pt/pdf2sdip/2010/09/180000000/4713547138.pdf ― Despacho n.º 14473/2010. D.R. n.º 181, Série II de 2010-09-16, doMinistério da Educação - Inspecção-Geral da Educação Prorrogação da designação dos chefes de equipa multidisciplinar. http://dre.pt/pdf2sdip/2010/09/181000000/4736047360.pdf Informações Gerais A Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC) informa que o prosseguimento de estudos dos alunos itinerantes no presente ano lectivo será assegurado através do Ensino a distância para a itinerância (Portaria n.º 812/2010), sendo garantida a entrega do equipamento informático a todos os alunos. Para mais informações: www.dgidc.min-edu.pt ― Boletim DGIDC n.º 3 – Agosto de 2010 O 3.º número do Boletim da Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC), apresenta artigos sobre projectos de combate ao abandono e insucesso escolares; educação para o desenvolvimento; recursos e tecnologias educativas para a educação inclusiva; ensino a distância; educação artística e outras rubricas. Para mais informações: www.dgidc.min-edu.pt/ ― Projecto DECOJovem A Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (DECO) disponibiliza na Internet um espaço dedicado ao projecto DECOJovem, destinado a alunos e professores. Para mais informações: http://www.confap.pt/desenv_noticias.php?ntid=1668 ― Manifesto sobre competências digitais O manifesto The e-Skills 'A Call to Arms', publicado pela European Schoolnet e pela DigitalEurope, tem como objectivo destacar a crescente necessidade de utilizadores e profissionais possuírem competências digitais consolidadas, apelando ao reforço das medidas de inclusão digital pelos ministérios da Educação e pelos líderes da indústria. Para mais informações: http://www.min-edu.pt/np3/5131.html ― II Congresso Ibérico de Educação Especial A Santa Casa da Misericórdia do Porto, em parceria com a Direcção Regional de Educação do Norte e com a Delegação Regional Norte do I.E.F.P., organiza a 2.ª edição do Congresso Ibérico de Educação Especial. Subordinado ao tema 'A inclusão para o trabalho', o encontro vai ter lugar no auditório da Universidade Lusíada do Porto, nos dias 1 e 2 de Outubro de 2010. Para mais informações: http://w3.dren.min-edu.pt/ ― Projecto Juventude “Saber com Normas” Projecto promovido pelo Instituto Português da Qualidade, em parceria com a Direcção Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, destinado aos jovens que frequentam o Ensino Secundário (12.º Ano). Para mais informações: www.dgidc.min-edu.pt/ ― Concurso “Viagem ao futuro com as células estaminais” O concurso “Viagem ao futuro com as células estaminais”, destinado aos alunos do ensino secundário, visa promover o conhecimento científico sobre as células estaminais. Para mais informações: http://www.min-edu.pt/np3/5141.html ― Projecto Râguebi nas Escolas O projecto Râguebi nas Escolas, desenvolvido no âmbito dos projectos especiais do Desporto Escolar para o ano lectivo 2010/2011, destina-se a alunos do ensino básico e a professores de Educação Física. Para mais informações: www.min-edu.pt/np3/5153.html Fonte: Boletim CIREP, Ministério da Educação, Confap, Outros |
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
| Metas de Aprendizagem | |||||
EntrevistaIsabel Alçada: escolas têm que traçar as suas metas para o sucesso educativo14.09.2010 - Bárbara Wong, Bárbara Reis - Jornal PúblicoHá uma palavra que Isabel Alçada, ministra da Educação, repete vezes sem conta neste início de ano lectivo: metas. As novas metas de aprendizagem vão estar disponíveis na Internet a partir de amanhã. São um guião de objectivos concretos que os alunos devem atingir - 'compõe e decompõe números pelo menos até ao milhão', por exemplo, para os alunos do 4.º ano do básico. Hoje, a ministra vai pedir aos directores das escolas que, com este novo instrumento e usando três indicadores - provas de aferição e exames, chumbos e abandono -, as escolas tracem metas para melhorar os seus resultados até ao fim do ano. É urgente aumentar o número de horas de Português e Matemática no sistema educativo? Não. É importante que haja uma focalização do trabalho para assegurar as competências básicas nessas áreas, que o tempo seja bem aproveitado e que haja um investimento dos alunos no estudo e no treino. Descreveu os currículos como 'dispersos' e 'desestruturados'. Como torná-los melhores? Os currículos estão estruturados, têm lógica e articulação. Há ajustamentos que se podem introduzir, mas é prioritário lançar metas de aprendizagem que permitam que seja claro para professores, pais e alunos o que devem saber em cada ano. Os professores não trabalham já com metas? Trabalham mais com programas. Esta é uma definição de outra natureza, que não está suficientemente clarificada. Pode dar exemplos? A ideia é os professores verem qual a medida certa para cada ano. Mas não passa por um aumento de horas, as pessoas julgam que se houver mais tempo se melhora os resultados. O importante é usarmos muito bem o tempo. A distribuição de horas é equilibrada quando há crianças de 13 anos com 13 disciplinas? Não, continua a haver possibilidade de afinar o currículo. Não acho que esteja equilibrado. Não vou avançar com os afinamentos porque fazemos questão de trabalhar com os parceiros e ouvir a sua opinião. Os docentes têm que se reconhecer com as mudanças nessa matéria. O processo começa com as metas. Há prazos? No final do ano avaliam-se as metas e depois introduz-se a reforma? Não gosto de falar de reforma porque as grandes reformas em que tudo muda trazem muitos prejuízos, está mais do que estudado. O que importa é que, a partir do que já temos, tenhamos segurança para avançar com melhoramentos. Prefere mudanças pontuais? Sim, é essa a nossa perspectiva. Este ano vamos também propor aos directores das escolas que tracem metas de melhoramento. Como? Imaginemos que temos um determinado nível que a escola atingiu em 2009/2010: vamos propor que adoptem como prática o traçar metas de melhoria, usando as metas de aprendizagem e as estratégias e recursos que já têm, como o Estudo Acompanhado e os apoios de grupo ou individual. Outro dos indicadores vai ser a repetência, que melhorem os resultados dos alunos e que estes aprendam efectivamente mais. O terceiro indicador é a desistência. Apostamos em 12 anos de escolaridade obrigatória e temos que estar atentos ao risco de os jovens abandonarem. A partir dos 14 anos há 1,84 por cento de jovens que desistem. Vai propor às escolas que evitem os chumbos? Quando propomos estratégias de melhoria em nada se diz que é para diminuir a exigência. Propomos que olhem bem para as repetências e se mobilizem para, desde o início do ano, encontrarem estratégias para que os alunos que não estão a acompanhar bem o processo sejam acompanhados e os pais envolvidos. Que condições é que as escolas têm para fazer esse trabalho? Têm muitas condições. A prova é que em muitas escolas isto já acontece. Como se pode fazer esse trabalho quando há um psicólogo para dois mil alunos? Como nos outros países: não está tudo na escola. Temos que recorrer a instituições que dão apoio. Não podemos pensar em encher a escola com profissionais de todas as áreas. Os professores precisam de apoio técnico, mas o cerne da actividade da escola é a sala de aula. Os casos em que há problemas podem ser trabalhados na escola com as equipas que existem. Quais são as instituições que dão apoio às escolas? Centros de saúde, comissões de protecção de crianças... As escolas vão usar essa rede para trabalhar para o sucesso? As escolas devem aproveitar melhor as parcerias. Por exemplo, há professores nas comissões de protecção de menores. Estes têm que encontrar forma de ajudar os que mais precisam. Esta é a estratégia de trabalho - as competências básicas são essenciais, precisamos de aprender mais e melhor para ter uma garantia de oferta pública de qualidade - e para isso tem que haver um trabalho colectivo e cada um tem que encontrar a solução melhor para o seu contexto. O ministério vai avaliar as escolas para ver se cumpriram os objectivos que se propuseram? Este é um processo de auto-avaliação. Nós daremos apoio técnico e formação e propomos uma meta nacional. Como é que as metas de aprendizagem se relacionam com as metas que vai pedir às escolas? Quem vai definir as metas a alcançar são as próprias escolas. Nem por sombras nos passa pela cabeça passagens administrativas. Às notas deve corresponder uma aprendizagem efectiva. Em termos práticos, como é que as escolas vão fazer? Vamos pedir aos directores para olharem para informação que o ministério tem, que olhem e se organizem para conseguir melhorar com base numa análise. No final do ano faremos um balanço. Haverá alguma lei, portaria...? Eu confio muito nos directores.Quando falámos com o Conselho de Escolas vários directores disseram que já faziam isso. Para aplicar as metas, as escolas podem pedir financiamento ao ministério? Não, o programa é um devolver de informação e é pedido um incentivo para que as pessoas estejam unidas. Como é que vai fazer esse apelo? Através de reuniões com todos os directores, já a partir de amanhã. Vamos lançar a proposta para se começarem a organizar e em Novembro haverá uma reunião técnica para vermos problemas e dúvidas. Não há diminuição de exigência, é um ponto de honra. Artigo Original: sitio do Público | |||||
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
O QUE MUDA ESTE ANO LECTIVO?
| O que muda neste ano letivo? Está previsto o fecho de cerca de 700 escolas já no início do ano letivo. Uma medida que implica a transferência de 10 mil alunos. Novos agrupamentos vão receber mais escolas dos vários concelhos. Alguns municípios acusam o ME de estar a tratar do assunto “às escondidas” e muitos ainda não sabem qual será a sua escola neste ano letivo que inicia. Além do fecho das escolas, queremos abordar as condições das escolas para acolherem mais alunos e analisar corpo docente escolar, as condições e infra-estruturas e alimentação nas cantinas. Quais vão ser as competências dos municípios para com as escolas dos seus concelhos? A concentração resultará num melhor ensino? Convidados: Luís Correia, Director Regional de Educação do Algarve – Ministério da Educação Susana Amador, Pres. Câmara Municipal de Odivelas Albino Almeida, Presidente CONFAP – Confederação Nacional das Associações de Pais Paulo Feytor Pinto, Presidente da Ass. Professores de Português Fonte: Blog Sociedade Civil ![]() Veja o video clicando na imagem Neste programa a Confap evidenciou reservas quanto ao processo da reorganização da rede escolar e alguma dificuldade em entender esta política de reorganização, motivada pela Resolução do Conselho de Ministros e na forma como foi sendo implementada. Nomeadamente verificam-se, após a reorganização, a constituição de novas turmas com vários anos de escolaridade, quando o objectivo primeiro era o fim destas turmas. De igual modo evidenciou alguma preocupação quanto à condução dos processos em algumas escolas pelas Comissões Administrativas Provisórias (CAP) e, nomeadamente, a representação e participação dos pais. Quanto ao encerramento de escolas as situações são díspares, havendo autarquias que o fizeram bem e outras que o fizeram menos bem. A Confap manifestou ainda a sua preocupação relativamente às novas regras de cálculo para o Abono de Família e as suas implicações na Acção Social Escolar. |
Directores e autarcas vão ser ouvidos sobre agregações de escolas
JN 16 de Setembro 2010
Alexandra Inácio
As 'comunidades locais' vão passar a ser ouvidas sobre o processo de fusão de agrupamentos. A garantia tem sido transmitida pela ministra da Educação aos directores escolares. Isabel Alçada assumiu que o processo não terá decorrido como o ministério 'desejava'.
Sem falar em números ou traçar metas, a ministra da Educação terá afirmado aos directores escolares que o processo de reorganização da rede, nomeadamente de agregação dos agrupamentos, 'é para continuar e aprofundar' durante este ano lectivo. Mas o método de selecção será diferente: as escolas vão organizar-se, a nível concelhio, e 'estudar', em conjunto com o respectivo autarca, as possibilidades de fusão das secundárias com os agrupamentos do ensino básico. A 'promessa' tranquilizou muitos dos dirigentes.
Isabel Alçada está a promover reuniões com todos os directores e presidentes de comissões administrativas provisórias (CAP) sobre o lançamento do ano lectivo. Anteontem, encontrou-se com os dirigentes abrangidos pela Direcção Regional de Educação do Norte, ontem, quarta-feira, com os da região Centro; amanhã é a vez do Alentejo e do Algarve e segunda-feira de Lisboa e Vale do Tejo. Os temas abordados têm sido a aplicação das metas de aprendizagem e do novo modelo de avaliação docente, a actualização do Estatuto do Aluno e o reordenamento da rede.
'A senhora ministra foi muito clara': garantiu que o processo não voltará a ser feito, como no ano passado, 'à pressa, no final do ano lectivo e decidido de cima para baixo', afirmou ao JN Adalmiro Botelho da Fonseca, director da secundária de Oliveira do Douro, em Vila Nova de Gaia.
O director da Secundária de Felgueiras, Pedro Araújo, garantiu ao JN ter ouvido de Isabel Alçada 'duas boas notícias': a garantia de que 'as comunidades locais' - isto é, directores e autarcas - 'vão ser ouvidas e participar nas agregações que serão decididas'; e a possibilidade de o número máximo de alunos por unidade de gestão (três mil) ser revisto e reduzido.
A ministra terá reconhecido, igualmente 'de forma clara', que o processo que conduziu à agregação de 84 unidades de gestão não decorreu da forma 'desejada' pelo ministério. Independentemente de ter sido decidido 'com diálogo'.
'Estou convicto de que o Governo vai ser mais cauteloso' e que 'a medida não será mais imposta de cima para baixo, apressadamente', concluiu o director da Secundária Eça de Queirós. Quanto ao encerramento de escolas de 1º Ciclo, também 'ficou claro' para os dirigentes que continuarão no próximo ano a ser negociados mais fechos com os autarcas.
Fonte JN.Sapo.pt (link ao artigo original)
Nota da Confap:
A Confap, ao longo deste tempo manifestou a sua preocupação quanto ao processo de reordenamento da rede escolar e ainda recentemente, antes das declarações da Senhora Ministra, no programa Sociedade Civil da passada segunda-feira (ver aqui).
Os destaques do artigo a negrito são nossos.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
| ||||||||||||
![]() | ||||||||||||
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
«BREVE HISTÓRIA DA REPÚBLICA PORTUGUESA» - ESTREIA NACIONAL
O espectáculo teatral «Breve História da República Portuguesa», da autoria de Nuno Miguel Henriques, tem Estreia Nacional marcada para a próxima Quinta-feira, dia 23 de Setembro de 2010, pelas 21.30 horas, na ART HOUSE, em Serra de São Julião, Torres Vedras, no Distrito de Lisboa.
Esta peça de Teatro conta a História de Portugal desde o início da Nacionalidade em 1143, passando em revista os principais acontecimentos da História do País, que antecederam a Revolução de 5 de Outubro de 1910. Obviamente que é representada a Revolução Republicana, bem como outros marcantes acontecimentos da nossa História até ao ano de 2010.
Esta produção do Teatro Azul - Companhia Profissional, do Teatro Oeste e de A Voz das Ideias tem como protagonistas os actores, Nuno Bravo Nogueira e Silvano Magalhães contando ainda com Igor Tarquínio e a participação especial em voz off do autor do texto original, Nuno Miguel Henriques.
Este evento irá fazer uma itinerância por todo o país, incluindo as regiões autónomas dos Açores e da Madeira, tendo previsto além de Torres Vedras, apresentações dia 24 de Setembro em Barreiro, dia 28 em Amarante, dia 29 em Ermesinde, dia 30 em Coimbra, dia 1 de Outubro em Braga, dia 2 em Castro Marim, dia 4 em Santa Iria da Azóia, dia 5 em Alfândega da Fé, dia 6 em Reguengos de Monsaraz e Reguengos do Alentejo, dia 7 em Almada, dia 8 em Tavira, dia 13 em Celorico da Beira, dia 14 e 15 em Viseu, dia 18 em Manteigas, dia 19 em Covilhã, dia 21 em Porto, dia 22 em Lisboa, de 23 a 28 em várias localidades dos Açores, dia 29 em Coimbra e Pampilhosa da Serra, seguindo-se ainda várias apresentações desta que é uma peça de Teatro não só pedagógica e didáctica, mas igualmente histórica e cultural.
Os interessados em saber informações complementares ou fazer reservas, podem fazer esse procedimento no nosso site www.teatro-azul.com ou contactar os serviços de produção através dos telefones de Lisboa: 213 163 232 / 210 135 916; Porto: 220 176 079; Madeira: 291 098 305; Açores: 296 098 992 ou Torres Vedras: 261 103 039 ou ainda pelo telemóvel 966 237 137.
A DIRECÇÃO DE PRODUÇÃO
sábado, 11 de setembro de 2010
É muito importante que os pais se mantenham informados sobre o Bullying para poder identificar e saber como agir caso seu filho esteja sendo vítima dele.
Não esperem que seu filho(a) venha lhe dizer que está sofrendo Bullying na escola porque quem sofre o Bullying se mantém calado por intimidação, porém a mudança de comportamento é o primeiro sintoma da existencia da prática do Bullying.
Ninguém está livre de ser vitima de Bullying, por isso leia algumas orientações extraídas do livro “Crianças e Adolescentes Seguros” da Sociedade Brasileira de Pediatria, editado pelo Publifolha
- se suspeitar que seu filho está sofrendo bullying, pergunte diretamente a ele
- fique atento aos possíveis sinais e sintomas
- faça um registro diário dos incidentes
- afirme com confiança, quantas vezes for necessário, que você ama a criança e que ela não é culpada por sofrer bullying
- não concorde com o pedido de manter o bullying em segredo
- converse com a direção ou professor se o bullying estiver acontecendo na escola
- ajude seu filho a praticar estratégias de defesa, como gritar “não” e retirar-se do local com confiança
- dê a seu filho a chance de expressar seus sentimentos sobre o problema
- reúna-se com outros pais e discutam o que pode ser feito para cessar o bullying
- crie condições para encontrar-se com o filho, no caso de o bullying ocorrer a caminho da escola
- peça para que o(s) autor(es) seja(m) retido(s) na escola, para que seu filho tenha a chance de chegar em casa em segurança
- pergunte a seu filho se ele gostaria de ter aulas de defesa pessoal, caso você entenda que isso possa ajudá-lo em sua autoconfiança
- verifique se seu filho está tendo atitudes que provoquem a ira do autor
- incentive seu filho a convidar um colega para ir a sua casa, criando novas amizades
- se precisar de ajuda, entre em contato com profissionais ou instituições especializadas
Há também o Cyberbullying o qual as ameaças e agressões são realizadas através de mensagens via celular, MSN, Orkut ou qualquer outra mídia.
Se você quer se aprofundar no assunto Bullying há vários textos e vídeos sobre o assunto aqui no blog Educar Já!
O vídeo abaixo apresenta os diferentes tipos de ações utilizadas pelo autor do Bullying para agredir e intimidar suas vítimas.
Este post foi originalmente publicado no Mãe com Filhos
Subscrever:
Mensagens (Atom)






