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quinta-feira, 16 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
«BREVE HISTÓRIA DA REPÚBLICA PORTUGUESA» - ESTREIA NACIONAL
O espectáculo teatral «Breve História da República Portuguesa», da autoria de Nuno Miguel Henriques, tem Estreia Nacional marcada para a próxima Quinta-feira, dia 23 de Setembro de 2010, pelas 21.30 horas, na ART HOUSE, em Serra de São Julião, Torres Vedras, no Distrito de Lisboa.
Esta peça de Teatro conta a História de Portugal desde o início da Nacionalidade em 1143, passando em revista os principais acontecimentos da História do País, que antecederam a Revolução de 5 de Outubro de 1910. Obviamente que é representada a Revolução Republicana, bem como outros marcantes acontecimentos da nossa História até ao ano de 2010.
Esta produção do Teatro Azul - Companhia Profissional, do Teatro Oeste e de A Voz das Ideias tem como protagonistas os actores, Nuno Bravo Nogueira e Silvano Magalhães contando ainda com Igor Tarquínio e a participação especial em voz off do autor do texto original, Nuno Miguel Henriques.
Este evento irá fazer uma itinerância por todo o país, incluindo as regiões autónomas dos Açores e da Madeira, tendo previsto além de Torres Vedras, apresentações dia 24 de Setembro em Barreiro, dia 28 em Amarante, dia 29 em Ermesinde, dia 30 em Coimbra, dia 1 de Outubro em Braga, dia 2 em Castro Marim, dia 4 em Santa Iria da Azóia, dia 5 em Alfândega da Fé, dia 6 em Reguengos de Monsaraz e Reguengos do Alentejo, dia 7 em Almada, dia 8 em Tavira, dia 13 em Celorico da Beira, dia 14 e 15 em Viseu, dia 18 em Manteigas, dia 19 em Covilhã, dia 21 em Porto, dia 22 em Lisboa, de 23 a 28 em várias localidades dos Açores, dia 29 em Coimbra e Pampilhosa da Serra, seguindo-se ainda várias apresentações desta que é uma peça de Teatro não só pedagógica e didáctica, mas igualmente histórica e cultural.
Os interessados em saber informações complementares ou fazer reservas, podem fazer esse procedimento no nosso site www.teatro-azul.com ou contactar os serviços de produção através dos telefones de Lisboa: 213 163 232 / 210 135 916; Porto: 220 176 079; Madeira: 291 098 305; Açores: 296 098 992 ou Torres Vedras: 261 103 039 ou ainda pelo telemóvel 966 237 137.
A DIRECÇÃO DE PRODUÇÃO
sábado, 11 de setembro de 2010
É muito importante que os pais se mantenham informados sobre o Bullying para poder identificar e saber como agir caso seu filho esteja sendo vítima dele.
Não esperem que seu filho(a) venha lhe dizer que está sofrendo Bullying na escola porque quem sofre o Bullying se mantém calado por intimidação, porém a mudança de comportamento é o primeiro sintoma da existencia da prática do Bullying.
Ninguém está livre de ser vitima de Bullying, por isso leia algumas orientações extraídas do livro “Crianças e Adolescentes Seguros” da Sociedade Brasileira de Pediatria, editado pelo Publifolha
- se suspeitar que seu filho está sofrendo bullying, pergunte diretamente a ele
- fique atento aos possíveis sinais e sintomas
- faça um registro diário dos incidentes
- afirme com confiança, quantas vezes for necessário, que você ama a criança e que ela não é culpada por sofrer bullying
- não concorde com o pedido de manter o bullying em segredo
- converse com a direção ou professor se o bullying estiver acontecendo na escola
- ajude seu filho a praticar estratégias de defesa, como gritar “não” e retirar-se do local com confiança
- dê a seu filho a chance de expressar seus sentimentos sobre o problema
- reúna-se com outros pais e discutam o que pode ser feito para cessar o bullying
- crie condições para encontrar-se com o filho, no caso de o bullying ocorrer a caminho da escola
- peça para que o(s) autor(es) seja(m) retido(s) na escola, para que seu filho tenha a chance de chegar em casa em segurança
- pergunte a seu filho se ele gostaria de ter aulas de defesa pessoal, caso você entenda que isso possa ajudá-lo em sua autoconfiança
- verifique se seu filho está tendo atitudes que provoquem a ira do autor
- incentive seu filho a convidar um colega para ir a sua casa, criando novas amizades
- se precisar de ajuda, entre em contato com profissionais ou instituições especializadas
Há também o Cyberbullying o qual as ameaças e agressões são realizadas através de mensagens via celular, MSN, Orkut ou qualquer outra mídia.
Se você quer se aprofundar no assunto Bullying há vários textos e vídeos sobre o assunto aqui no blog Educar Já!
O vídeo abaixo apresenta os diferentes tipos de ações utilizadas pelo autor do Bullying para agredir e intimidar suas vítimas.
Este post foi originalmente publicado no Mãe com Filhos
domingo, 5 de setembro de 2010
| MANUAIS ESCOLARES E BLOCOS PEDAGÓGICOS À semelhança de anos anteriores, a Confap tem recebido várias queixas de Encarregados de Educação que vêm a sua despesa com os manuais escolares quase duplicada por força de as editoras colocarem os manuais escolares numa embalagem plástica, onde integram cadernos de actividades e os ditos manuais/CD's interactivos, apesar dos produtos poderem ser sempre vendidos separadamente por simples opção, sem que acresça qualquer encargo ao adquirente. Tal como já verificado em anos anteriores, as livrarias estão a vender os Manuais e Auxiliares em conjunto, sem elucidar os pais desta possibilidade e quando estes reclamam algumas livrarias afirmam não dispor de manuais para vender em separado e seguir orientação das editoras. A Confap alerta uma vez mais todos os Pais, Encarregados de Educação, que podem recusar-se a adquirir qualquer outro manual, de fichas ou interactivo, sem saber junto das escolas, se os mesmos são, efectivamente, necessários - porque não são óbrigatórios nem comparticipados pela Acção Social Escolar - e relembra os conselhos dados em 07 de Setembro de 2009, através de Newsletter dedicada e que podem ser encontrados em:http://www.confap.pt/desenv_noticias.php?ntid=1376. Reiteramos o conteúdo das declarações do director da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), ao Diário de Notícias que reafirma a ilegalidade das vendas obrigatórias em bloco: 'O principal ilícito investigado é o mesmo do ano passado: a imposição da compra de livros escolares 'em conjunto', quer dos kits que incluem manual, livros de exercícios e CD-Rom quer de listas inteiras de manuais para determinado ano lectivo.' 'Ambas as situações são ilegais', afirmou o director da ASAE. 'Os livros têm um preço de capa, que resulta de convenções assinadas, e não há qualquer justificação para que alguém que queira comprá--los seja obrigado a pagar um valor superior e a levar artigos que não quer.' 'António Nunes acrescenta que também não é legítimo que os livreiros se recusem a vender os manuais em separado, nomeadamente invocando dificuldades para obter das editoras o reembolso dos artigos não vendidos. 'Não o podem fazer, e desde que haja uma queixa do consumidor, nós vamos lá e começamos o correspondente inquérito', avisou.' 'As questões de pagamentos entre editoras e revendedores de manuais, acrescentou, 'são um problema de relacionamento entre entre os parceiros de venda', que 'não diz respeito' à ASAE.' 'E que também 'não pode' ser invocado para recusar a venda em separado: 'Desde que haja uma queixa do consumidor, nós vamos lá e começamos o correspondente inquérito', avisou, acrescentando: 'Se não concordam com os termos [da relação com as editoras] devem dirigir-se aos locais próprios.'' Fonte: DN (Notícia completa) O CE da Confap |
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Caros colegas da associação de Pais
Envio através deste meio alguns dados ( linhas gerais) sobre o inicio do ano escolar.
O ano lectivo 2010/11, na Escola Secundária Dr. António Granjo, tem inicio no próximo dia 08 de Setembro com a recepção aos alunos que vêm para a Escola pela primeira vez, 7º e 10º anos, no refeitório da escola com a presença de todos os professores, e a recepção aos restantes alunos dos outros anos,( 8º, 9º, 11º e 12º anos) com o director de Turma, a exemplo de anos transactos, em horários que podem consultar no site da escola. Entrega dos diplomas 12º ano às 18 horas desse dia.
No dia seguinte principiam as aulas.
Este ano a escola conta com 661 alunos, distribuídos por 34 turmas.
Alguns dos objectivos para o novo ano lectivo:
Envio através deste meio alguns dados ( linhas gerais) sobre o inicio do ano escolar.
O ano lectivo 2010/11, na Escola Secundária Dr. António Granjo, tem inicio no próximo dia 08 de Setembro com a recepção aos alunos que vêm para a Escola pela primeira vez, 7º e 10º anos, no refeitório da escola com a presença de todos os professores, e a recepção aos restantes alunos dos outros anos,( 8º, 9º, 11º e 12º anos) com o director de Turma, a exemplo de anos transactos, em horários que podem consultar no site da escola. Entrega dos diplomas 12º ano às 18 horas desse dia.
No dia seguinte principiam as aulas.
Este ano a escola conta com 661 alunos, distribuídos por 34 turmas.
Alguns dos objectivos para o novo ano lectivo:
- Comemoração do Centenário da Republica (sendo o patrono da escola- António Granjo- uma figura proeminente da República)
- Auto -avaliação da escola
- Reformulação do projecto educativo
- Instalação e utilização de novas tecnologias
- Dinamização da plataforma Moodle
- Desenvolvimento de uma cultura de qualidade em todas as áreas de funcionamento da escola
- Preparação da constituição do agrupamento (na sequência da constituição pelo ME,dos Mega Agrupamentos, esta escola no próximo ano ficará acoplada ao agrupamento de Escolas Francisco Gonçalves Carneiro, não é já este ano a exemplo de outras, uma vez que foi pedido adiamento para preparação e assim terá de ter inicio no próximo ano lectivo 2011/12).
A exemplo de anos anteriores não são permitidas praxes.
Os critérios de avaliação mais uma vez devem ser explicados e transcritos para os cadernos diários dos alunos.
Deve também ser dada aos alunos a planificação de cada disciplina.
Entretanto e devido ao período de matriculas no ensino superior decorrer de 13 a 17 de Setembro ( tenho necessidade dessa semana para preparar o ingresso na universidade do meu filho) só haverá reunião da Associação dia 21 Setembro.
Oportunamente informarei/avisarei via telefone.
Grata pela atenção e votos de um bom e profícuo ano lectivo para todos
Elsa Moço Coutinho
Oportunamente informarei/avisarei via telefone.
Grata pela atenção e votos de um bom e profícuo ano lectivo para todos
Elsa Moço Coutinho
quarta-feira, 30 de junho de 2010
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Duas dezenas e meia de directores escolares do distrito de Coimbra manifestaram «grande perplexidade» com a decisão do Governo de criar “mega agrupamentos”, que consideram ser um «novo factor de instabilidade» e de «desvalorização das questões pedagógicas».«Estamos convencidos de que na constituição destes novos ‘mega agrupamentos’ foram tidas em conta apenas razões de carácter economicista que, a serem postas em prática, se traduzirão numa inequívoca deterioração da qualidade da escola pública, através da desvalorização das questões pedagógicas», afirmam em comunicado.
Para os directores de agrupamentos e de escolas não agrupadas, esta nova decisão do Ministério da Educação dificultará a «promoção das aprendizagens, contribuindo, assim, para o aumento do insucesso e abandono escolar, bem como da indisciplina», apostando numa «quantificação pedagógica em detrimento evidente da qualidade».
Há pouco mais de um ano – recordam – vigora «o novo e pouco pacífico modelo de gestão e administração das escolas», com a figura do director, e «julgava-se que a acalmia, a serenidade e o ambiente propício à eficácia nos processos ensino-aprendizagem tinham regressado à escola pública portuguesa».
Salientam que estas escolas, «que ao longo do tempo adquiriram uma personalidade própria, que investiram nos projectos educativos que a identificam, vêem-se agora confrontadas com uma necessidade de adaptação a novas regras, novos objectivos, a novas parcerias, sem que a sua fusão seja feita por afinidade de projectos mas por localização geográfica, o que vem contrariar a tão propalada autonomia das escolas».
Os directores afirmam não compreender que o Ministério da Educação «tenha avançado com a mudança do modelo de gestão e administração das escolas que foi polémico, para, passado um ano, se pôr tudo em causa, invocando a necessidade de implementação dos novos agrupamentos».
Para estes responsáveis, «não se compreende que o Ministério não respeite o trabalho dos seus colaboradores e que ignore que estes trabalham intensamente para que as suas escolas e alunos tenham sucesso», e que «a qualidade de ensino e as questões pedagógicas sejam preteridas a favor de medidas administrativas desenhadas nos gabinetes sem um verdadeiro conhecimento da realidade».
«Muita da instabilidade que tem ocorrido na Educação se deve às sucessivas e avulsas orientações da tutela sem que os directamente envolvidos neste processo tivessem tido oportunidade de manifestar a sua opinião. Se a escola pública tem funcionado com qualidade, isso deve-se ao profissionalismo dos docentes e das gestões escolares, pois têm sido eles que têm agarrado as pontas deste novelo que os responsáveis têm criado», concluem.
Diário de Coimbra | 29-06-10
Nota: Aproveitando-se do início de férias Socrates e adjuntos querem impor as suas atabalhoadas medidas economicistas à comunidade educativa, quer encerrando escolas de forma indiscriminada e atentatória à qualidade de vida das crianças, quer criando mega-agrupamentos anti-pedagógicos e anacrónicos. A quem não nos respeita é tempo de dizer: BASTA!
terça-feira, 29 de junho de 2010
| Pais e professores querem coordenadores nas escolas Proposta a criação de departamentos específicos para estes alunos Pais e professores puseram-se ontem de acordo sobre a urgência de exigir ao Ministério da Educação uma mudança na organização da educação especial. O primeiro passo será criar departamentos específicos para esta área, nas escolas, com um coordenador especializado. O objectivo é combater as fragilidades, tanto na sinalização como nas respostas dadas aos quase 32 mil alunos com necessidades educativas especiais (NEE). A iniciativa foi revelada ao DN por Albino Almeida, presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), após uma reunião com a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) realizada ontem, na qual também foi debatida a reorganização da rede escolar que o Governo aprovou (ver texto nesta página). Segundo Albino Almeida, a criação de departamentos dedicados à educação especial foi 'um dos pontos de entendimento' entre as organizações, e é encarado como 'uma medida de fácil aplicação' pelo Governo, até porque 'não implica necessariamente um aumento da despesa'. Os departamentos são serviços das escolas que organizam a oferta pedagógica dos diferentes grupos de disciplinas (por exemplo: as línguas e as ciências exactas), liderados por um professor coordenador da área. Actualmente, a educação especial não tem um departamento específico, sendo, conta Manuel Rodrigues, da Fenprof, 'muitas vezes integrada pelas escolas no grupo das Expressões, a par da Educação Física ou da Educação Visual'. Uma situação que, considera Albino Almeida, afecta a capacidade de 'organização da resposta' às necessidades dos estudantes. 'No cenário actual, muitas vezes há um aluno com determinadas características como a dislexia, que são detectado por um professor, depois a informação é transmitida à direcção da escola, que a encaminha para as unidades especializadas de apoio', explica. 'Só depois é que é organizada uma resposta que muitas vezes é tardia e insuficiente.' Com um coordenador, considera, 'a sinalização seria feita mais cedo, e sobretudo melhor'. E a 'resposta adequada' - que provavelmente implicaria um aumento dos alunos apoiados - até poderia ser dada 'recorrendo a outros técnicos, como os que as autarquias podem facultar através dos seus fundos sociais' e 'do melhor aproveitamento e formação dos professores. 'Neste momento, a Dislex, uma entidade apoiada pelos pais e por cientistas, está a oferecer 50 horas de formação aos professores', ilustrou. Para Manuel Rodrigues, a 'eventual criação deste departamento pelo ministério da Educação, há muito exigida pela Fenprof, seria certamente positiva'. Porém, o sindicalista tem mais dúvidas de que a medida, por si mesma, fizesse a diferença. 'Seria um passo muito tímido, há milhentas coisas que é preciso alterar para que a escola seja realmente inclusiva', defende. 'Nós temos preparado um conjunto de medidas para propor ao Ministério onde, desde logo se questiona a utilização da Classificação Internacional de Funcionalidade [CIF, ver texto em baixo] como meio de sinalizar os alunos. Defendemos também o fim da lógica das escolas organizadas por deficiência e defendemos a necessidade de mais professores e mais formação', descreve. A utilização da CIF é também considerada 'insuficiente' pelos pais, que lembram os 'estudos internacionais apontando para uma prevalência da ordem dos 10% de alunos com necessidades educativas permanentes'. O DN tentou ontem, sem sucesso, conhecer a posição do Ministério da Educação sobre esta matéria. Fonte: Pedro Sousa Tavares - DN (25/06/2010) | |
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