sábado, 11 de setembro de 2010





É muito importante que os pais se mantenham informados sobre o Bullying para poder identificar e saber como agir caso seu filho esteja sendo vítima dele.
Não esperem que seu filho(a) venha lhe dizer que está sofrendo Bullying na escola porque quem sofre o Bullying se mantém calado por intimidação, porém a mudança de comportamento é o primeiro sintoma da existencia da prática do Bullying.
Ninguém está livre de ser vitima de Bullying, por isso leia algumas orientações extraídas do livro “Crianças e Adolescentes Seguros” da Sociedade Brasileira de Pediatria, editado pelo Publifolha
- se suspeitar que seu filho está sofrendo bullying, pergunte diretamente a ele
- fique atento aos possíveis sinais e sintomas
- faça um registro diário dos incidentes
- afirme com confiança, quantas vezes for necessário, que você ama a criança e que ela não é culpada por sofrer bullying
- não concorde com o pedido de manter o bullying em segredo
- converse com a direção ou professor se o bullying estiver acontecendo na escola
- ajude seu filho a praticar estratégias de defesa, como gritar “não” e retirar-se do local com confiança
- dê a seu filho a chance de expressar seus sentimentos sobre o problema
- reúna-se com outros pais e discutam o que pode ser feito para cessar o bullying
- crie condições para encontrar-se com o filho, no caso de o bullying ocorrer a caminho da escola
- peça para que o(s) autor(es) seja(m) retido(s) na escola, para que seu filho tenha a chance de chegar em casa em segurança
- pergunte a seu filho se ele gostaria de ter aulas de defesa pessoal, caso você entenda que isso possa ajudá-lo em sua autoconfiança
- verifique se seu filho está tendo atitudes que provoquem a ira do autor
- incentive seu filho a convidar um colega para ir a sua casa, criando novas amizades
- se precisar de ajuda, entre em contato com profissionais ou instituições especializadas

Há também o Cyberbullying o qual as ameaças e agressões são realizadas através de mensagens via celular, MSN, Orkut ou qualquer outra mídia.
Se você quer se aprofundar no assunto Bullying há vários textos e vídeos sobre o assunto aqui no blog Educar Já!
O vídeo abaixo apresenta os diferentes tipos de ações utilizadas pelo autor do Bullying para agredir e intimidar suas vítimas.

Este post foi originalmente  publicado no Mãe com Filhos

domingo, 5 de setembro de 2010



 MANUAIS ESCOLARES E
                      BLOCOS PEDAGÓGICOS
 
 
 
À semelhança de anos anteriores, a Confap tem recebido várias queixas de Encarregados de Educação que vêm a sua despesa com os manuais escolares quase duplicada por força de as editoras colocarem os manuais escolares numa embalagem plástica, onde integram cadernos de actividades e os ditos manuais/CD's interactivos, apesar dos produtos poderem ser sempre vendidos separadamente por simples opção, sem que acresça qualquer encargo ao adquirente.
 
 
Tal como já verificado em anos anteriores, as livrarias estão a vender os Manuais e Auxiliares em conjunto, sem elucidar os pais desta possibilidade e quando estes reclamam algumas livrarias afirmam não dispor de manuais para vender em separado e seguir orientação das editoras.
 
 
A Confap alerta uma vez mais todos os Pais, Encarregados de Educação, que podem recusar-se a adquirir qualquer outro manual, de fichas ou interactivo, sem saber junto das escolas, se os mesmos são, efectivamente, necessários - porque não são óbrigatórios nem comparticipados pela Acção Social Escolar - e relembra os conselhos dados em 07 de Setembro de 2009, através de Newsletter dedicada e que podem ser encontrados em:http://www.confap.pt/desenv_noticias.php?ntid=1376.

Reiteramos o conteúdo das declarações do director da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), ao Diário de Notícias que reafirma a ilegalidade das vendas obrigatórias em bloco:
'O principal ilícito investigado é o mesmo do ano passado: a imposição da compra de livros escolares 'em conjunto', quer dos kits que incluem manual, livros de exercícios e CD-Rom quer de listas inteiras de manuais para determinado ano lectivo.'
'Ambas as situações são ilegais', afirmou o director da ASAE. 'Os livros têm um preço de capa, que resulta de convenções assinadas, e não há qualquer justificação para que alguém que queira comprá--los seja obrigado a pagar um valor superior e a levar artigos que não quer.'
'António Nunes acrescenta que também não é legítimo que os livreiros se recusem a vender os manuais em separado, nomeadamente invocando dificuldades para obter das editoras o reembolso dos artigos não vendidos. 'Não o podem fazer, e desde que haja uma queixa do consumidor, nós vamos lá e começamos o correspondente inquérito', avisou.'
'As questões de pagamentos entre editoras e revendedores de manuais, acrescentou, 'são um problema de relacionamento entre entre os parceiros de venda', que 'não diz respeito' à ASAE.'
'E que também 'não pode' ser invocado para recusar a venda em separado: 'Desde que haja uma queixa do consumidor, nós vamos lá e começamos o correspondente inquérito', avisou, acrescentando: 'Se não concordam com os termos [da relação com as editoras] devem dirigir-se aos locais próprios.''

Fonte: DN (
Notícia completa)
 
 

O CE da Confap  

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Caros colegas da associação de Pais

Envio através deste meio alguns dados ( linhas gerais) sobre o inicio do ano escolar.

O ano lectivo 2010/11, na Escola Secundária Dr. António Granjo, tem inicio no próximo dia 08 de Setembro com a recepção aos alunos que vêm para a Escola pela primeira vez, 7º e 10º anos, no refeitório da escola com a presença de todos os professores, e a recepção aos restantes alunos  dos outros anos,( 8º, 9º, 11º e 12º anos) com o director de Turma, a exemplo de anos transactos, em horários que podem consultar no site da escola. Entrega dos diplomas 12º ano às 18 horas desse dia.
No dia seguinte principiam as aulas.
Este ano a escola conta com 661 alunos, distribuídos por 34 turmas.
Alguns dos objectivos para o novo ano lectivo:
  • Comemoração do Centenário da Republica (sendo o patrono da escola- António Granjo- uma figura proeminente da República)
  • Auto -avaliação da escola
  • Reformulação do projecto educativo
  • Instalação e utilização de novas tecnologias
  • Dinamização da plataforma Moodle
  • Desenvolvimento de uma cultura de qualidade em todas as áreas de funcionamento da escola
  • Preparação da constituição do agrupamento (na sequência da constituição  pelo ME,dos Mega Agrupamentos, esta escola no próximo ano ficará acoplada ao agrupamento de Escolas Francisco Gonçalves Carneiro, não é já este ano a exemplo de outras, uma vez que foi pedido adiamento para preparação e assim terá de ter inicio no  próximo ano lectivo 2011/12).
    A exemplo de anos anteriores não são permitidas praxes.
    Os critérios de avaliação mais uma vez devem ser explicados e transcritos para os cadernos diários dos alunos.
    Deve também ser dada aos alunos a planificação de cada disciplina.
     
Entretanto e devido ao período de matriculas no ensino superior decorrer de 13 a 17 de Setembro ( tenho necessidade dessa semana para preparar o ingresso na universidade do meu filho) só haverá reunião da Associação dia 21 Setembro.
Oportunamente informarei/avisarei via telefone.

Grata pela atenção  e  votos de um bom e profícuo ano lectivo para todos

Elsa Moço Coutinho

quarta-feira, 30 de junho de 2010

“Mega agrupamentos” são aberração

EducaçãoDuas dezenas e meia de directores escolares do distrito de Coimbra manifestaram «grande perplexidade» com a decisão do Governo de criar “mega agrupamentos”, que consideram ser um «novo factor de instabilidade» e de «desvalorização das questões pedagógicas».

«Estamos convencidos de que na constituição destes novos ‘mega agrupamentos’ foram tidas em conta apenas razões de carácter economicista que, a serem postas em prática, se traduzirão numa inequívoca deterioração da qualidade da escola pública, através da desvalorização das questões pedagógicas», afirmam em comunicado.

Para os directores de agrupamentos e de escolas não agrupadas, esta nova decisão do Ministério da Educação dificultará a «promoção das aprendizagens, contribuindo, assim, para o aumento do insucesso e abandono escolar, bem como da indisciplina», apostando numa «quantificação pedagógica em detrimento evidente da qualidade».

Há pouco mais de um ano – recordam – vigora «o novo e pouco pacífico modelo de gestão e administração das escolas», com a figura do director, e «julgava-se que a acalmia, a serenidade e o ambiente propício à eficácia nos processos ensino-aprendizagem tinham regressado à escola pública portuguesa».

Salientam que estas escolas, «que ao longo do tempo adquiriram uma personalidade própria, que investiram nos projectos educativos que a identificam, vêem-se agora confrontadas com uma necessidade de adaptação a novas regras, novos objectivos, a novas parcerias, sem que a sua fusão seja feita por afinidade de projectos mas por localização geográfica, o que vem contrariar a tão propalada autonomia das escolas».

Os directores afirmam não compreender que o Ministério da Educação «tenha avançado com a mudança do modelo de gestão e administração das escolas que foi polémico, para, passado um ano, se pôr tudo em causa, invocando a necessidade de implementação dos novos agrupamentos».

Para estes responsáveis, «não se compreende que o Ministério não respeite o trabalho dos seus colaboradores e que ignore que estes trabalham intensamente para que as suas escolas e alunos tenham sucesso», e que «a qualidade de ensino e as questões pedagógicas sejam preteridas a favor de medidas administrativas desenhadas nos gabinetes sem um verdadeiro conhecimento da realidade».

«Muita da instabilidade que tem ocorrido na Educação se deve às sucessivas e avulsas orientações da tutela sem que os directamente envolvidos neste processo tivessem tido oportunidade de manifestar a sua opinião. Se a escola pública tem funcionado com qualidade, isso deve-se ao profissionalismo dos docentes e das gestões escolares, pois têm sido eles que têm agarrado as pontas deste novelo que os responsáveis têm criado», concluem.

Diário de Coimbra | 29-06-10
Nota: Aproveitando-se do início de férias Socrates e adjuntos querem impor as suas atabalhoadas medidas economicistas à comunidade educativa, quer encerrando escolas de forma indiscriminada e atentatória à qualidade de vida das crianças, quer criando mega-agrupamentos anti-pedagógicos e anacrónicos. A quem não nos respeita é tempo de dizer: BASTA!


terça-feira, 29 de junho de 2010

Pais e professores querem coordenadores nas escolas

Proposta a criação de departamentos específicos para estes alunos

Pais e professores puseram-se ontem de acordo sobre a urgência de exigir ao Ministério da Educação uma mudança na organização da educação especial. O primeiro passo será criar departamentos específicos para esta área, nas escolas, com um coordenador especializado. O objectivo é combater as fragilidades, tanto na sinalização como nas respostas dadas aos quase 32 mil alunos com necessidades educativas especiais (NEE).

A iniciativa foi revelada ao DN por Albino Almeida, presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), após uma reunião com a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) realizada ontem, na qual também foi debatida a reorganização da rede escolar que o Governo aprovou (ver texto nesta página).

Segundo Albino Almeida, a criação de departamentos dedicados à educação especial foi 'um dos pontos de entendimento' entre as organizações, e é encarado como 'uma medida de fácil aplicação' pelo Governo, até porque 'não implica necessariamente um aumento da despesa'.

Os departamentos são serviços das escolas que organizam a oferta pedagógica dos diferentes grupos de disciplinas (por exemplo: as línguas e as ciências exactas), liderados por um professor coordenador da área.

Actualmente, a educação especial não tem um departamento específico, sendo, conta Manuel Rodrigues, da Fenprof, 'muitas vezes integrada pelas escolas no grupo das Expressões, a par da Educação Física ou da Educação Visual'.

Uma situação que, considera Albino Almeida, afecta a capacidade de 'organização da resposta' às necessidades dos estudantes.

'No cenário actual, muitas vezes há um aluno com determinadas características como a dislexia, que são detectado por um professor, depois a informação é transmitida à direcção da escola, que a encaminha para as unidades especializadas de apoio', explica. 'Só depois é que é organizada uma resposta que muitas vezes é tardia e insuficiente.'

Com um coordenador, considera, 'a sinalização seria feita mais cedo, e sobretudo melhor'.

E a 'resposta adequada' - que provavelmente implicaria um aumento dos alunos apoiados - até poderia ser dada 'recorrendo a outros técnicos, como os que as autarquias podem facultar através dos seus fundos sociais' e 'do melhor aproveitamento e formação dos professores. 'Neste momento, a Dislex, uma entidade apoiada pelos pais e por cientistas, está a oferecer 50 horas de formação aos professores', ilustrou.

Para Manuel Rodrigues, a 'eventual criação deste departamento pelo ministério da Educação, há muito exigida pela Fenprof, seria certamente positiva'. Porém, o sindicalista tem mais dúvidas de que a medida, por si mesma, fizesse a diferença.

'Seria um passo muito tímido, há milhentas coisas que é preciso alterar para que a escola seja realmente inclusiva', defende. 'Nós temos preparado um conjunto de medidas para propor ao Ministério onde, desde logo se questiona a utilização da Classificação Internacional de Funcionalidade [CIF, ver texto em baixo] como meio de sinalizar os alunos. Defendemos também o fim da lógica das escolas organizadas por deficiência e defendemos a necessidade de mais professores e mais formação', descreve.

A utilização da CIF é também considerada 'insuficiente' pelos pais, que lembram os 'estudos internacionais apontando para uma prevalência da ordem dos 10% de alunos com necessidades educativas permanentes'.

O DN tentou ontem, sem sucesso, conhecer a posição do Ministério da Educação sobre esta matéria.

Fonte: Pedro Sousa Tavares - DN (25/06/2010)
 
  


Exames 2010 - GAVE

   
 
 
 
   
 
1.ª Fase /  1.ª e 2.ª Chamadas.

16 de Junho
Português - 639 - Prova V1 Prova V2 Critérios
Português - 239 - Prova - Critérios
Português Língua Não Materna - 28 - 739 - Prova  - Critérios 
Português Língua Não Materna - 29 - 839 - Prova  - Critérios 
Latim A - 732 - Prova  - Critérios 
Língua Portuguesa - 3.º ciclo - 1.ª Chamada  - 22 - Prova  - Critérios 
 

17 de Junho
Biologia e Geologia - 702 - Prova V1 - Prova V2 - Critérios
Matemática Aplicada às Ciências Sociais - 835 - Prova - Critérios - Critérios (provas adaptadas)
História B - 723 - Prova - Critérios
História da Cultura e das Artes - 724 - Prova - Critérios
 
18 de Junho
Alemão - 501 - Prova - Critérios - Alemão - 801 - Prova - Critérios
Espanhol - 547 - Prova - Critérios - Espanhol - 847 - Prova - Critérios
Francês - 517 - Prova - Critérios - Critérios (provas adaptadas)
Inglês - 550 - Prova - Critérios - Critérios (provas adaptadas)
Desenho A - 706 - Prova - Critérios
Matemática - 3.º ciclo - 1.ª Chamada - 23 - Prova - Critérios - Critérios (provas adaptadas)

 
21 de Junho
Matemática A - 635 - Prova V1 - Prova V2 - Critérios - Critérios (provas adaptadas)
Matemática B - 735 - Prova - Critérios - Critérios (provas adaptadas)
Literatura Portuguesa - 734 - Prova - Critérios
História A - 623 - Prova - Critérios
 
22 de Junho
Física e Química A - 715 - Prova V1 - Prova V2 Critérios - Critérios (provas adaptadas)
Geografia A - 719 - Prova V1 Prova V2 Critérios - Critérios (provas adaptadas) - Critérios (provas adaptadas - imagens a preto e branco)
 

23 de Junho
Economia A - 712 - Prova V1 Prova V2 Critérios - Critérios (provas adaptadas)
Geometria Descritiva A - 708 - Prova - Critérios
Língua Portuguesa - 22 - 2.ª Chamada - Prova - Critérios

25 de Junho
Matemática - 23 - 2.ª Chamada - Prova - Critérios - Critérios (provas adaptadas)
 



Fonte : GAVE

sábado, 26 de junho de 2010


Próximo ano lectivo deverá arrancar entre 8 e 13 de Setembro

EducaçãoDe acordo com o projecto de despacho do Governo do calendário escolar de 2010/11, a que a agência Lusa teve acesso, o primeiro período deverá iniciar-se entre 8 e 13 de Setembro e terminar a 17 de Dezembro.

O próximo ano lectivo deverá arrancar entre 8 e 13 de Setembro e terminar a 22 de Junho nos anos de escolaridade do ensino Básico e Secundário em que não se realizam exames nacionais.

O segundo período terá início a 3 de Janeiro e fim a 8 de Abril, com uma interrupção de 7 a 9 de Março.

O terceiro período arrancará a 26 de Abril e terminará a 9 de Junho para os estudantes do 9.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade, sujeitos a exames nacionais.

Para os restantes anos do ensino Básico e Secundário as aulas terminam a 22 de Junho, enquanto para o pré-escolar as actividades estão previstas até 5 de Julho.

Em relação às interrupções do pré-escolar no Natal e na Páscoa, deverão, como já acontecia, totalizar cinco dias úteis, seguidos ou interpolados, nos períodos entre 20 e 31 de Dezembro e 11 e 21 de Abril, as datas das duas grandes interrupções dos restantes níveis de ensino.

No próximo ano lectivo, o terceiro período nos anos de escolaridade em que se realizam exames nacionais contará com 33 dias úteis, sendo que este ano foram 41. Em compensação, o segundo período vai prolongar-se até 8 de Abril, quando em 2009/2010 terminou a 26 de Março.

O ensino especial terá este ano o mesmo calendário que os ensinos Básico e Secundário.

O projecto de despacho do Governo indica ainda que, na programação das reuniões de avaliação, os directores devem assegurar a articulação entre os educadores de infância e os docentes do 1º ciclo do ensino Básico, de forma a garantir o acompanhamento pedagógico dos alunos entre os dois níveis.

Nesse sentido, os educadores de infância vão dispor de um período até três dias úteis para realizarem a avaliação e procederem à articulação com o 1º ciclo, "devendo as escolas adoptar medidas organizativas adequadas de modo a garantir o atendimento das crianças, nomeadamente com a componente de apoio à família".

O Governo enviou aos sindicatos uma segunda proposta de despacho, relativa à organização do ano lectivo 2010/11.

Nesse documento, as funções de coordenação, supervisão e avaliação de desempenho deixam de ser exercidas pelos professores titulares, como acontecia até agora, e passam a ser competência exclusiva dos professores do 4.º escalão ou superior e, em casos excepcionais, por docentes do 3.º com formação especializada.

O projecto de despacho estipula ainda que o apoio educativo deve ser prestado pelo professor titular de turma ou disciplina e que os docentes que pretendem ausentar-se ao serviço devem, sempre que possível, entregar ao director o plano de aula da turma a que irá faltar.

Lusa / EDUCARE | 2010-06-25

Documentos APEE Escola Secundária Dr. António Granjo